ouvindo a chuva, sem saber o que fazer
penso nos dias de sol, de amor e de maldizer
penso e adormeço, acordando nos teus braços
carinhos mil, noites de abraços
coração que fica enorme, deixa de bater
ouvindo as tuas palavras, bebendo tua boca
horas de prazer que agora me fazem sofrer
arrancada dos teus braços,
perdida neste furação
chegando a loucura, a dor, a maldição...
acordada no branco dos lençóis
amarrada no alvo do céu, escrevendo teu nome em teus caracóis
sanidade que não chega, loucura que detorpa a visão
histórias irreais, medos que te tornam pequena...
pequena de medo, grande de amor!!!
18/01/2009
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